PALESTRAS

Educando filhos nos dias atuais.


Içami Tiba já dizia, ensine seus filhos, ética, respeito e tolerância. "Não basta ser inteligente, a criança tem que ser ética". Aprendemos por imitação e por modelagem. Eduque seu filho ensinado as respeitar figuras de autoridades, pais, professores, mais velhos, etc.
Ensine seus filhos que a autoridade é você. Aprenda que antes de sermos amigos dos nossos filhos, somos pais. Não confunda autoridade com autoritarismo, não substitua presentes pela sua ausência.
Aprenda a estar presente e vamos parar de expressar frases como:
"Na minha época, só do meu pai olhar".
" Na minha época as crianças eram educadas".
" Na minha época eu apanhava e não sou traumatizado".
Mas é nesta época que precisamos educar nossos filhos, são nos dias atuais que precisamos imputar nossos valores, crenças, ética e respeito. Ensina hoje para que isso não seja irreversível amanhã. Venha entrar conosco nesta jornada!




Trabalhando o auto controle conhecendo nossas emoções.


Pensemos os afetos primordiais da vida instintiva como condição necessária de adaptação ao ambiente, subsistência e amadurecimento pessoal: medo, raiva, angústia e alegria. Portanto, determinantes no desenvolvimento biológico, psicológico e da personalidade de cada sujeito. Iremos discutir sobre como podemos compreender as emoções e sentimentos secundários como inveja, vergonha, ciúme, ódio e amor.
A compreensão das emoções faz parte do processo de autoconhecimento necessário a cada pessoa em sua dinâmica de relações interpessoais, quer seja com os colegas de trabalho, na vida conjugal, na família e no meio social. Você consegue discriminar os próprios sentimentos? O que você faz quando não compreende o que está sentindo? Até que ponto é saudável nos permitir ser afetado pelo outro? O ódio como consequência de um amor frustrado? Quando certas reações emocionais sinalizam o adoecimento? São essas questões que abordaremos na palestra de maneira clara e didática.




Cuidando da Saúde Emocional. Viva melhor.


O profissional de saúde também precisa ser cuidado?
Ao pensarmos em promoção de saúde e prevenção de doenças, seja no setor público ou privado, pressupõe-se que toda forma de sofrimento e adoecimento humano é digno de total atenção. Nesse sentido, A Organização Mundial de Saúde (OMS) elegeu o decênio 2006-2016 como a década de valorização do trabalho e dos trabalhadores de saúde (ASSUNÇÃO; BELISÁRIO, 2007)
Pesquisas levantam demandas na área da saúde como jornada de trabalho, situações que envolvem identificações afetivas, situações de risco à vida, proximidade em relação dor, sofrimento e morte, com o objetivo de compreender quadros de estresse, ansiedade, depressão e síndrome de Burnout. Profissionais como médicos, enfermeiros, nutricionistas, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais, psicólogos, neuropsicólogos, fisioterapeutas e outros (as). Neste contexto, compactuamos com o desafio de repensar novas medidas de prevenção e estratégias de acolhimento ao profissional não só dos profissionais acometidos pelo adoecimento, mas, também, dos que ainda possui sanidade. Portanto, é preciso pensar a respeito dos modos de organização no trabalho, gestão de pessoal e a qualidade das relações interpessoais, assim, visando atenuar alguns possíveis determinantes de patologias físicas e psicológicas no trabalho. São essas questões que abordaremos na palestra de maneira clara e didática.




Prevenção e Posvenção do Suicido.


Considerado um grave problema de saúde pública. Extremamente recorrente e ainda considerado um tabu, entendemos que Prevenia ainda é a melhor situação.
Venha conhecer os dados, as estatísticas, trabalho do CVV - Centro se Valorização a vida e aprender que depressão não é frescura e que você pode e deve pedir um auxílio profissional.
Ressaltar a Prevenção e Posvenção ao suicídio dentro dos temas:
1. Padres e Pastores .
2. Policiais
3. Universitários e estudantes
4. População negra
5. Profissionais da saúde. Manejo Clínico de Prevenção e Posvenção.




A Saúde Mental do Profissional de Saúde.


O profissional de saúde também precisa ser cuidado?
Ao pensarmos em promoção de saúde e prevenção de doenças, seja no setor público ou privado, pressupõe-se que toda forma de sofrimento e adoecimento humano é digno de total atenção. Nesse sentido, A Organização Mundial de Saúde (OMS) elegeu o decênio 2006-2016 como a década de valorização do trabalho e dos trabalhadores de saúde (ASSUNÇÃO; BELISÁRIO, 2007)
Pesquisas levantam demandas na área da saúde como jornada de trabalho, situações que envolvem identificações afetivas, situações de risco à vida, proximidade em relação dor, sofrimento e morte, com o objetivo de compreender quadros de estresse, ansiedade, depressão e síndrome de Burnout. Profissionais como médicos, enfermeiros, nutricionistas, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais, psicólogos, neuropsicólogos, fisioterapeutas e outros (as). Neste contexto, compactuamos com o desafio de repensar novas medidas de prevenção e estratégias de acolhimento ao profissional não só dos profissionais acometidos pelo adoecimento, mas, também, dos que ainda não apresenta sintoma manifesto. Portanto, é preciso pensar a respeito dos modos de organização no trabalho, gestão de pessoal e a qualidade das relações interpessoais, assim, visando atenuar alguns possíveis determinantes de patologias físicas e psicológicas no trabalho. São essas questões que abordaremos na palestra de maneira clara e didática.









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